Muitas imagens da arquitectura foram «iconoteologia». Many images of ancient and traditional architecture were «iconotheological». This blog is to explain its origin.
9.2.19

Penso num post escrito em 2014, bastante visitado e actualizado hoje (numa nota), que acabou de ir para o Facebook.

É sobre a geração de Lima de Freitas, António Quadros, e outros...*

Precedida ainda, por exemplo, também por Almada Negreiros: autores que tudo fizeram para compreender as obras dos seus antepassados.

Foram uma "geração angustiada" em torno do Simbolismo, como se lhes referiu Alain Besançon?

Estamos de acordo que sim, absolutamente!

Como estamos de acordo que há um imenso manancial de materiais que a Historiografia da Arte, em Portugal - constituída por estudiosos (muitos ou alguns que nos conhecem e as ideias que defendemos, e que eles próprios contribuíram para que as adquiríssemos...), poderiam, com o objectivo de elevar essa mesma historiografia, ajudar a investigar e a aprofundar.

No nosso caso, não foi uma fácil,e simples «pedrada no charco». Pois vem a ser, desde 2001, a reunião de muito material, de forma persistente, e paulatinamente.

E se agora há movimentos neste «charco», eles vêm de baixo: do fundo da água, pois à superficie, a ver-se, não se passa nada...

Mas, aos que poderiam (e deveriam) ajudar a enriquecer a Historiografia da Arte, a esses sim, com os materiais e as provas já existentes, bastava-lhes pegar na pedra e atirá-la.

Se quisessem, pois andam por aqui e lêem os nossos escritos. Pelo menos, pode-se dizer: curiosidade não lhes falta!

Porque há/houve uma ICONOTEOLOGIA, que plasmou nas obras (nas arquitectónicas sobretudo!) a visão do platonismo e o conhecimento que os medievais tinham, sobre Deus.

Assim como mais tarde, seguindo sempre o mesmo processo, e sobretudo depois dos autores da Universidade de Paris, e de S. Alberto Magno - com S. Tomás de Aquino -, Aristóteles, foi «baptizado e cristianizado».

Como G.K. Chesterton escreveu no principio do século XX...

Foi um imenso passado que também em Portugal, alguém que conheci bem - António Quadros, fundador do IADE, e alguns amigos seus - procuraram, quase angustiadamente.

{https://iconoteologia.blogs.sapo.pt/a-geracao-angustiada-lima-de-freitas-a-65925}

 

E como se escreveu, para actualizar este post, mais algumas informações, outra vez inesperadas, logo apareceram:

O Infinito, por Eduardo Nery, actuaizando a iconografia medieval 

Mandorla-EduardoNery.jpg

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*Mircea Eliade, Gilbert Durand... Na pintura o portugês Eduardo Nery cujas obras se podem ver em Portalegre no Museu das Tapeçarias (ou em Lisboa) também lembram trabalhos de M. C. Escher e as suas osessões para representar o INFINITO

 

link do postPor primaluce, às 11:00  comentar

 
Primaluce: Uma Nova História da Arquitectura
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