Muitas imagens da arquitectura foram «iconoteologia». Many images of ancient and traditional architecture were «iconotheological». This blog is to explain its origin.
2.9.16

Anda perto, porque sabemos que muitos dos sinais do Baptismo passaram para a Arquitectura. Sobretudo para a primeira arquitectura cristã: sobretudo as conchas e os nichos em forma de concha.

Mas das metáforas da Arte, às metáforas da linguagem comum não vai uma grande distância. Ter um Padrinho, pode ser muito mais do que na situação religiosa, e na Pia Baptismal, pode ser ter um protector, um guarda-corpo (como nas varandas), quando se está mesmo a ver que a aventura dá em trambolhão.

Mas perguntamos, será aventura um professor, para aumentar as suas performances profissionais, e ser também melhor melhor projectista - visto que acumula as duas actividades - querer ir, e ir, frequentar outros cursos? Querer aprender mais, para ter mais capacidades e hipóteses de estabelecer analogias, poder fazer comparações e podê-las transmitir aos seus alunos? Com espontaneidade e durante as aulas, sem vir com um papel escrito, para que o que diz revele toda a sua integridade, mostre que faz parte da experiência de uma vida? Será aventura, ou apenas lógico, e também sinal de coragem?

Sobretudo quando depois de mais uma das suas «pós-graduações» se apercebeu que detém informações únicas, saberes que a maioria já perdeu? Porque perdeu simplesmente, ou não os adquiriram, e que levam a maioria dos actuais professores a fazerem enviesamentos e «a inventarem ciência» e factos que nunca existiram?

Pois é, no parágrafo acima, depois do «sobretudo» entram questões que reafirmam a necessidade de coragem, pois já são desafiantes...

Também exigem um Padrinho, e aqui diria que esse padrinho, nas universidades dá pelo nome de Orientador ou Supervisor dos estudos.

Mas há o outro tipo de Padrinho, que já não é aquele que garante a protecção necessária para haver condições para estudos inovadores:

Há o(s) Padrinho(s) que «disparam» contra tudo e contra todos, como verdadeiros guardas-de-corpo, daqueles afilhados que, como sabem, se estão a meter em áreas perigosas e para as quais não estão minimamente preparados. 

Mais, como os métodos são os da agressividade, dão por garantida a conclusão dos estudos do seu afilhado sonhador e ambicioso, que, só por mero acaso, é que não lhes pediu a Lua.

E, se esta história já vem de trás, ainda vai continuar, mesmo que noutros posts, ou blogs.

Porque a metáfora tem bases não ficcionadas, e está a acontecer no Ensino Superior Particular, onde é professor, doutorado e reitor, quem quer e quem tem padrinhos; e não quem tem a coragem de colocar temas que desafiam a ciência e o saber estabelecido... 

Temas que ajudariam o mundo a evoluir, já que é para isso que a universidade existe, e não para regredir ou retroceder no Saber e no Conhecimento. Dado que aquilo que importa mesmo é as instituições universitárias particulares enriquecerem com base em toda a equivocidade que as Ciências que transmitem conseguem reunir   

E porque sem «Padrinhos» não se vai a lado nenhum, i. e., falando sobretudo fora e longe da Pia Baptismal (ou quando se trata de conseguir um doutoramento mesmo sem quaisquer bases cientificas) vamos continuar a trabalhar os materiais deste post

Porque More is More: ou seja, não é um exame feito num dia, levado por Padrinhos às UBISESCONDIDAS (e sem vergonha), para vir de lá feito doutor, que substitui toda uma Vida Acadèmica!

 

Com o registo de quem não sendo nosso Padrinho, mas que às vezes até parece!? Pelo muio que nos deu...

link do postPor primaluce, às 19:00 

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Primaluce: Uma Nova História da Arquitectura
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