Muitas imagens da arquitectura foram «iconoteologia». Many images of ancient and traditional architecture were «iconotheological». This blog is to explain its origin.
25.10.18

Podem não acreditar mas é a verdade.

 

Para que se saiba, o título dos estudos do mestrado (anterior a Bolonha) em que fiz várias e importantes descobertas, e o qual deu origem ao (meu) livro sobre Monserrate* é: A Propósito do Palácio de Monserrate em Sintra - Obra Inglesa do Século XIX - Perspectivas sobre a Historiografia da Arquitectura Gótica (escrito entre meados de 2003 e a data limite - 30.9.2004).

 

Tudo começou, como já tenho explicado, com a Prof. Maria João Neto a relançar o tema que era seu (As Origens do Gótico) e no qual acharia que eu tinha que fazer algumas divagações (mas que para ela, digo eu, pensou... nunca seriam conclusivas?).

 

Assim a ideia da sra orientador está aqui registada graficamente.

O que MJN viu.bmp

Só que, aconteceu que, dado o meu pragmatismo, fui direita a uma enciclopédia saber qual era a característica essencial dos Godos para terem dado o nome a um estilo?

 

Foi nas páginas abaixo, assim nascido «da estupidez» de uma pergunta (minha) tão simples que tudo não mais parou de crescer. 

Godos-velbc.jpg

Godos-velbc-2.jpg

O que fiquei a saber dos Godos tornou-se logo depois num turbilhão de informação. Porque depois de assimilada, digerida, compaginada, sistematizada - já que de informação ao Saber a viagem tem que ser enorme - depois houve que consolidar todo esse (para mim) novo Saber... 

 

Um Saber que são as raízes da Europa e da sua cultura

 

Se quiserem fazer, mais ou menos essa viagem, depois de lido o texto chegam ao Arianismo que foi uma característica dos Godos. Vão à procura dessa definição, encontram o Filioque..., etc., etc., etc.

 

Começarão a interessar-se pela sua história religiosa, depois a saber como Clóvis fez de França o primeiro país Católico (da Europa), ao abdicar do Arianismo...

 

Em suma uma longuíssima história que para mim é um fascínio, já que, na discussão entre 2 concepções teológicas, ficaram criados 2 esquemas (visuais): um a traduzir o Perfilium - que era a visão arianista. Outro a traduzir o Filioque**. 

 

E esta é a que veio a ser a visão católica, quando, como dizemos, Carlos Magno decidiu "ser mais papista que o papa..."

 

Por nós, além de termos ficado com Históriaestórias para o resto da vida, ficámos também com gravíssimos problemas que, o tempo se tem encarregue de tornar cada vez mais claros, e quem sabe?, mais fáceis de terem solução.

 

Eram estudos para progredir na carreira docente de uma escola, mas, deu «no encalhar». Como um barco que se aproxima demais da costa, e, as rochas do fundo furam-no todo!

 

Mas, e porque, ainda estou viva! Também, thanks God a gozar uma boa parte do que a maldade alheia - na sua imensa mesquinhez - consegue ter de muito ridículo!

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* O livro está publicado pela Livros Horizonte como: Monserrate - uma Nova História.

 

** Leiam se quiserem, tudo isto, que está na Verbo Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura. Onde aliás a definição do Filioque foi altamente valorizada com uma explicação que fala em: «dinamismo» e em «estaticismo». Como se Deus - a Trindade, fosse mais facilmente explicada (e compreendida) pelo seu movimento.

link do postPor primaluce, às 10:00  comentar

 
Primaluce: Uma Nova História da Arquitectura
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