Muitas imagens da arquitectura foram «iconoteologia». Many images of ancient and traditional architecture were «iconotheological». This blog is to explain its origin.
8.10.19

Quando Fernando António B. Pereira nos dizia: "Glória, Não vai fazer uma História da Arte", então estava ainda (tão) longe destas novas trouvailles.

 

Mas, sabíamos que valeria a pena continuar, pois não era só na Iconografia antiga que poderiam surgir informações (e confirmações) do que estivera para trás.

 

Já nos tínhamos apercebido - como se uma parte da História da Arte, ou, com mais rigor da Iconologia - estivesse parcialmente escondida. E a mesma nem sempre fosse visível, em todas as épocas; ou em cada época, nas obras mais acessíveis desse período (e que hoje se conhecem). 

 

Por exemplo o Quadrifolio de que já várias vezes escrevemos, aparece depois da «fase mais intensa» do Gótico, parecendo ser uma imagem emblemática* do Renascimento 

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Os quadrifolios de Matisse, apesar de simplificados (relativamente a este - típico quadrifolio renascentista), têm ainda a ver, e como também (nós**) defendemos, com a origem do arco que ficou conhecido como serliana.

 

* Embora como defendemos seja sobretudo, emblema, ou representação alusiva, da Mãe de Deus. Por isso (talvez de certo modo ligada - como se uma flor? fosse exclusiva) ao feminino. De qualquer modo, sublinhe-se o que escrevemos (e para os que adoram viver na minha peugada)- é uma dedução da arquitecta Glória Azevedo Coutinho. E portanto mais uma daquelas que irritam os típicos retrógrados portugueses, incapazes de aceitarem  uma mentalidade mais livre, com visões próprias ...

 

**Note-se que nunca em nenhum autor encontrámos esta afirmação, embora para nós faça todo o sentido, do ponto de vista «mecânico». O que se descobre (praticamente constante), na passagem das formas a que chamamos IDEOGRAMAS, quando geram ARCOS. Dito de outro modo, na passagem do modelo emblemático ao suporte estrutural.

 

Acontece porém que explicar isto pode não ser muito fácil, o que exigiria aulas (por ser um exercício característico de um arquitecto), ou um contacto «ao vivo», por exemplo em aulas.

 

Por fim, e sobre As sínteses visuais de Henri Matisse, temos mais alguns materiais, quem sabe se para outros posts?

link do postPor primaluce, às 11:00  comentar

 
Primaluce: Uma Nova História da Arquitectura
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