Muitas imagens da arquitectura foram «iconoteologia». Many images of ancient and traditional architecture were «iconotheological». This blog is to explain its origin.
10.6.12

Já esteve em Primaluce, e vai voltar, uma fotografia de ruin'arte que retrata um vão bífore muito bonito, mas também muito degradado. 

Aqui vamos fazer uma análise da sua composição geométrica.

 

 

Por outro lado questionamos simplesmente, sem ir à procura no blog, se o seu autor tem a noção que antes dele, houve outros, estetas e estudiosos, como John Ruskin, igualmente apaixonados pelas ruínas? O que terá contribuído para o regresso de formas arquitectónicas antigas...

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9.6.12

Esta notícia que apanhámos na Net*, é muito engraçada. Porque quem se lembrou de agora ir buscar a Iconografia do Românico para obras de joalharia, contemporâneas, recém-desenvolvidas e a desenvolver no futuro, não está, senão, a fazer o mesmo que sempre se fez!

Julgam que estão a inovar, mas estão a repetir a tradição, perfeitamente integrados...

Porque, dizemo-lo a conhecer exemplos - que não citamos - de obras arquitectónicas que têm correspondentes na ourivesaria. Descubram, procurem, a planta de uma igreja que é um crucifixo perfeito, qual «jóia religiosa» - a executar com gemas e pedras preciosas, à maneira do Abade Suger, de Paris e Abadia de Saint-Denis!

 

Compreendam a lógica (que para muitos é ainda incompreensível!) de um ourives - João Frederico Ludovice, ou Ludwig - ter sido o Arquitecto Real, e o autor da Basílica de Mafra**!

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*http://videos.sapo.pt/KjTjBDUw87168d6oJwjR

**Para esta obra leiam Ayres de Carvalho - D. João V e a Arte do seu tempo, mas também o estudo de A. F. Pimentel. 

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8.6.12

Uma exposição da obra de Jorge Viana, arquitecto, colega e amigo com quem tive o prazer de trabalhar no IADE.

  

http://www.arquitectos.pt/?no=2020493564,153

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7.6.12

(...) Ou seja, se houvesse uma equipa, uns investigavam e escreviam, outros desenhavam, outros exploravam as hipóteses de desenho e respectivas regras para formular os Ideogramas de que temos escrito; etc., etc., etc. Chegando à publicação e à tradução... Quem sabe, à exportação? É óbvio que se chegaria a esse ponto...

Em suma, Programas que são de Investigação e dão dinheiro, naquilo que é um processo de autoconhecimento, ou análise do inconsciente colectivo. Tarefas úteis, e não apenas formas de gastar dinheiros públicos, em investigação e estudos inúteis...    Como os conhecemos.

Alguém, incluindo MEC, dirá que não recebeu informação sobre o assunto? Que levante a mão!

 

Recordem quem sendo arquitecto amador fez muito mais pelo conhecimento da iconografia arquitectónica (do passado) do que qualquer um de nós. Fez com uma equipa...

...e dizia ele que as suas casas seriam levadas pelo vento!

O patchwork (aqui confuso) valeu, com outros materiais, o fim da parte curricular do doutoramento.

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6.6.12

Isto, são os materiais Iconológicos que temos em mãos, só e sem equipa.

Porque há mais de 40 anos, que lidamos com imagens, em termos profissionais. Ou seja, não são apenas ocupação de tempos livres (também), mas a sua fabricação seguindo regras, tem sido uma constante para «ganhar a vida»! 

Hoje, fica uma imagem produzida, a treinar um programa de desenho, muito específico.  

 

Ou seja,... (amanhã continua)

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5.6.12

Há quem ache que a Arquitectura contemporânea é muda, e que por isso é necessário desenvolver uma tese de doutoramento, à roda da necessidade de sinalização gráfica.

OK!

Só que acontece, como no exemplo, que essa sinalização se baseia em elementos construtivos e arquitectónicos, como é o caso flagrante da escada rolante (ponte e elevador também), um meio técnico avançado, para facilitar circulações, dentro, ou até fora dos edifícios (Como fizemos em Barcelona subindo ao Parc Güel). 

Recordação que traz à memória A. Gaudí, alguém que, pelo contrário, não fez obras cuja linguagem viesse apenas de meios mecânicos, mas estampou ideias, fez alusões, gerou, quem sabe, sonhos?

Muito mais próximo do que foi, durante milhares de anos, a história da arquitectura: uma preocupação que ocupou muitos creativos, a formularem imagens significantes - nos casos a que nos referimos (e crescentemente conhecemos melhor) - vindas do Cristianismo.

Muito material para outros posts...

E ver o que se passa em

http://primaluce.blogs.sapo.pt/

 

~~~~~~~~~~~~~~~~~

Imagem de Arquigraphia, by Walter Herdeg, GRAPHIS, Zurich 1978, p. 61. http://www.modernism101.com/graphis_archigraphia.php

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4.6.12

Por razões que agora não vamos adiantar, mas estão em Monserrate, uma nova história (pp. 157 e 271, figs. 111), na Baixa Idade Média, transição para o chamado Renascimento, assiste-se também à passagem para uma geometria do quadrado: abandonando-se (parcialmente) a composição com o arco quebrado e outras formas de base triangular.

 

Simultaneamente igrejas e catedrais adoptam a designação de Notre-Dame. Tudo esteve ligado, porque a imagem, e a geometria tinham uma enorme importância, talvez mais do que hoje, na formação das ideias e sua comunicação.

 

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3.6.12
 

Não, não é o bestial...

Para isso basta o que basta!

Our best means: "quando se faz o melhor, aquele que se pode, sabe e consegue concretizar, então a recompensa surge".

 

 

Como já fizemos noutras ocasiões, é dedicado aos que nos têm criado o maior número de problemas possível, esquecendo regras de ouro da gestão, e sobretudo dos comportamentos humanos: como alguns são capazes de tudo fazer para superar dificuldades.

Faremos sempre melhor, enquanto quisermos e pudermos...

Tentamos sempre superar-nos* 

Ver em

http://primaluce.blogs.sapo.pt/101719.html

~~~~~~~~~~~~~~~~~~

* Por mais piroso que seja dizer tal coisa, nestes tempos de mediocridade

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2.6.12

Vejam aquilo que alguns sabem. Como a iconografia antiquíssima se infiltra pela contemporaneidade, dando valor (outros chamam-lhes design) a objectos muito desejados, nos nossos dias.

Quem não quer ter?...

E quantos sacos destes não serão vendidos, estampando um momento fantástico, de um real, e tão majestoso (talvez merecido)descanso ocular?

 


 
Estaremos a publicitar?

http://www.npg.org.uk/shop/shop-list.php?showProductDetails=5463

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1.6.12

...como se pode ver em várias fotos (1-8), apresentadas no link seguinte.

Em especial notar o vitral recém-concebido, em:

http://visao.sapo.pt/os-luxos-milionarios-da-festa-do-jubileu-da-rainha-isabel-ii=f667512

Também as exposições relacionadas com o evento, onde, naturalmente, a iconografia que esteve (e está) ao serviço da monarquia desde a Idade Média, tem o destaque que é habitual, em situações deste género: isto é, as imagens deveriam «falar» por si mesmas, como se fossem legendas, escritas com palavras.  

 

 

O mesmo que se pretende aconteça, em qualquer sinalização visual (por exemplo feita com pictogramas) contemporânea. Enfim, temas demasiado difíceis de entender como temos detectado..., verificando, ou, que muitos não sabem falar português; ou que, possivelmente, têm filtros mentais, colocando nos outros aquilo que eles próprios são?   

http://www.npg.org.uk/

http://www.npg.org.uk/photoprize1/site12/index.php

E ainda:

http://primaluce.blogs.sapo.pt/

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Primaluce: Uma Nova História da Arquitectura
Junho 2012
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