Muitas imagens da arquitectura foram «iconoteologia». Many images of ancient and traditional architecture were «iconotheological». This blog is to explain its origin.
20.4.12

Vejam no post anterior, ainda sobre a Estação de Comboios do C. do Sodré.

Hoje podemos perceber que a grande remodelação que levou, há uns anos atrás, criou um ambiente agradável, «relativamente arejado», pondo a par (mas raramente dialogantes...) os antigos elementos decorativos, e as novas funcionalidades.

 

Como sucede com esta e outras portas: têm losangos, mas, geralmente, ninguém sabe porquê? Talvez nós e poucos mais. E estas portas situam-se nuns fundos que apenas alguns poderão localizar.

 

link do postPor primaluce, às 16:12  comentar

19.4.12

Muitos perguntam, e bem, se nos séculos XIX e XX ainda faz sentido aludir a um uso iconoteológico das formas empregues na arquitectura? A nossa resposta é sim e não. Não porque os significados se perderam. Sim,  por aquilo, exactamente, que levou Santiago Calatrava a ir buscar as Ogivas para a Estação do Oriente.

 

 
Mas, afinal qual foi a razão dessa escolha? A mesma que levou à adopção do losango, inúmeras vezes, no edifício da Estação de Comboios do Cais do Sodré? Sim.

 

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18.4.12

Claro, preferimos sempre os métodos experimentais, em vez das antigas formas, exclusivamente teóricas, para lidar com os conhecimentos.

Ainda estamos, por hoje, no Classicismo, e agora com as Folhas de Acanto. O seu «simbolismo», ou, preferimos dizer o seu significado, radicava na ideia do triunfo depois da provação. Uma espécie de ressurgimento acima das dificuldades, que se superaram.

 

Na verdade os arquitectos preferem trabalhar directamente com os materiais: i. e., com os referenciais (vivos), em vez de remeterem apenas para o nome da espécie - que a maioria não identifica nos jardins.

Este método permite falar daquilo que se conhece, o que é relativamente útil.         

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17.4.12

Há um autor norte-americano que explica a origem dos ornamentos e o seu sentido (ou significado) inicial.

 

Para ele esta foi a génese da base da coluna.

E como se vê, para os ensaios de uma reconstituição dessa ideia qualquer material pode ser útil: papel, um anel... porém, o ouriço era incontornável!

Os vários componentes estão fora de escala (relativa), agora imaginem com as proporções mais certas.

link do postPor primaluce, às 23:10  comentar

16.4.12

As regras de funcionamento das imagens (incluindo ideogramas) estavam na Geometria. Assim, quando havia que os convocar - para estarem presentes, a falarem e a comunicarem nas obras visuais (não escritas com texto mas com imagens) - os ideogramas traziam consigo os suportes onde estavam. Quer se tratassem de elementos naturais, onde a geometria é visível; quer se tratassem de obras humanas.

 

 

No último caso (a arquitectura) os ideogramas proliferam. É lá que estão, em enormes quantidades, para traduzirem as ideias essenciais do Cristianismo

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15.4.12

Como ontem se referiu há uma, importantíssima, interferência da geometria nas obras da arquitectura antiga. E sem preparação, dificilmente um historiador compreende as lógicas da geometria: ou o modo como aquilo que se realizou/realizava no plano, passa/passou à tridimensionalidade. Sobretudo mantendo os objectivos comunicantes iniciais.

 

Na foto a prova de que também nós percorremos essas etapas, talvez com muito maior facilidade, porém, tivemos que as percorrer. Porque a ideia que está instalada, está tão entranhada que, dificilmente, deixa ver o que está atrás dessa «nuvem»: i. e., o verdadeiro sentido da ogiva e como o mesmo evoluiu.    

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14.4.12

Continuamos nos círculos entrecruzados, mas o exemplo de hoje é claramente tridimensional. A abóbada em causa é a de um monumento nacional - o Palácio Almada-Carvalhais - aqui um dos melhores exemplos de círculos entrelaçados.

 

Mas também, uma das piores/melhores provas, de como em Portugal se trata o Património: numa zona central da cidade, o que podia e devia estar limpo e consolidado, está cheio de fuligem, como resultado dos escapes de automóveis. Trata-se de uma garagem no Largo do Conde Barão!   

Leiam em Monserrate uma nova história (nota nº 154) o que consta sobre a Ogiva.

Hoje diríamos muito mais...  

link do postPor primaluce, às 23:37  comentar

13.4.12

Neste caso trata-se do portal da igreja de Rates - Póvoa de Varzim

 

Acima da verga - em cuja face inferior dois animais fantásticos concretizam os entrelaçados - no meio do tímpano está uma mandorla, típica do protogótico, formando uma composição da qual alguém escreveu (?) tratar-se de uma representação de

"Judas o Traidor, e Ário o Heresiarca”

(imagem que em escorço ficou praticamente invisível).  

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12.4.12

Em Monserrate uma nova história (fig. 101) constam os arcos do claustro de San Juan de Duero.

 

Nesse caso (que assinalámos devidamente), tivemos de imediato a certeza de estar perante um código, ou de um efeito absolutamente necessário, para transmitir uma mensagem. 

Repetimos que se tratam de detalhes mínimos, e que apenas aqueles que estão habituados a projectá-los se podem aperceber da existência de algo, por detrás, a justificar este «tratamento anormal»? 

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11.4.12
Em Primaluce demos algumas informações sobre o escudo português e como o mesmo nasceu ligado à essência do Cristianismo 
 
 

Aqui damos prioridade às imagens, que desejamos sejam falantes, praticamente sem legendas. Ver em Glória Azevedo Coutinho, Monserrate uma nova história, Livros Horizonte 2008, p. 172, nota nº 147. Nos estudos do doutoramento* (por isso foi planeado) gostaríamos de explicar tudo isto, bastante melhor - para quem não domina a composição visual e a gemetria - mas, ficou logo registado em 2004.

Ver ainda em:

http://primaluce.blogs.sapo.pt/90534.html

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*Estudos que vêm a ser boicotados por aqueles que acham ter algo a perder com a sua prossecução (!) 

link do postPor primaluce, às 09:53  comentar

 
Primaluce: Uma Nova História da Arquitectura
Abril 2012
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