Muitas imagens da arquitectura foram «iconoteologia». Many images of ancient and traditional architecture were «iconotheological». This blog is to explain its origin.
9.3.14

Até ver, estas são imagens sem legendas:

Por não sabermos definir, ou delimitar (?) a que "conjunto de informações" - que se pudessem contar (de uma "Quantidade de Informação", específica, e qualificada) - pertencem estes três vãos.

A que alguns chamam "vãos gémeos", e outros usam a designação "agimezes"; mas que seguindo Nikolaus Pevsner nós preferimos chamar "bifora windows" - como já deixámos no trabalho dedicado a Monserrate.       

 

 

 

 

Igualmente muito interessante, é o facto de serem tratadas por um autor nosso contemporâneo (cuja bibliografia aliás se usa imenso na disciplina de Design de Ambientes); é mesmo deveras interessante, repetimos, que esse estudioso empregue a palavra «bolha» - na verdade é a expressão "bubble diagrams"* - para mencionar os "esquemas" e os "diagramas de funções e actividades" que qualquer projectista emprega, normalmente**. No seu esforço, laboral, em que tem como objectivo a «desmultiplicação» e a divisão em pequenas partes - mais facilmente trabalháveis - do problema maior (projectual) que tem pela frente.

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*Há séculos e milhares de anos essas "bolhas", e as formas específicas, e diferentes, como eram associadas, traduziam ideias. Chegando (como se pode admitir?) a ser designadas, também, pela palavra hieroglífica.

**Na nota nº 87 do nosso estudo dedicado a Monserrate, ler: "Foi o que nos sucedeu: Fortuitamente usámos organigramas - isto é “instrumentos” que são usuais na nossa profissão (...) ao referir as dificuldades inerentes ao abstraccionismo e complexidade do tema, isso fez-nos olhar para os nossos esquemas e organigramas. Neles estavam mal desenhadas, formas da Arte Medieval."

A terminar, uma ideia que já alguém notou: a Arquitectura, e sobretudo os edifícios contemporâneos que habitamos, são esquemas construídos, tridimensionais.

E a «geração angustiada» de que escrevemos anteriormente - usando a expressão de um autor francês -, geração que a nós nos lembra A. Quadros, mas antes dele outros, como Lima de Freitas e sobretudo Almada Negreiros (com o painel "Começar") estava mais do que fascinada, dir-se-ia obcecada, em sucessivas tentativas para compreender esta questão; e com ela as formas dos Estilos Arquitectónicos.

Uma problemática que, como se vê aqui, e mais uma vez, precisa explicações, ou «um equipamento intelectual de base», para depois se poder desenvolver. E assim são sempre muitas mais as notas (justificativas escritas): Porque o verdadeiro «texto» que é o cerne da informação - destinada a ser lida -, são as próprias imagens que a maioria não sabe ler, por não compreender...

O tema é vastíssimo, com muito para aprender (daqui ficam apenas alguns links):

 

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/60458.html, http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/39090.html, http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/24390.html

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/16997.html, http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/23890.html, http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/14547.html

http://primaluce.blogs.sapo.pt/98283.html, http://primaluce.blogs.sapo.pt/56478.html

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Primaluce: Uma Nova História da Arquitectura
Março 2014
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