Muitas imagens da arquitectura foram «iconoteologia». Many images of ancient and traditional architecture were «iconotheological». This blog is to explain its origin.
30.4.12
 Ampliámos e redesenhámos para ver melhor: é necessário observar e anotar aquilo que se vê.
 
 

Num esforço de observação revela-se útil e positiva a tentativa de descrever as formas que estão presentes. tentem! E oiçam essa descrição...

 

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29.4.12
Já mostrámos vários vãos bífores;  os últimos do Claustro do Mosteiro dos Jerónimos, ricos em decorativismos, semelhantes a rendas.
 

Hoje mostramos uma fotografia feita no Alto do Estoril, de uma edificação onde se destacam, numa parede superior, visível a grande distância, os mesmos vãos bífores. Reparem nos pavões registados nos azulejos - imagem que só se pode recolher de longe.

Dedicamos este post aos que tudo têm feito para que as nossas inovações continuem pouco claras e escondidas; já que seremos nós os mais beneficiados, pelos seus jogos ridículos, em prol da mediocridade (típica de Portugal).     

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28.4.12


 Iconografia do Claustro do Mosteiro dos Jerónimos. Note-se que as páginas referidas indicam - em Monserrate uma nova história - onde usámos a expressão e a terminologia agora aqui incluída.
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27.4.12
 São imagens que proliferam em Portugal, porém, em geral são desconhecidas. Enquanto ideogramas e desenhos que estiveram na base dos Estilos Arquitectónicos.

 

Vamos aproveitar os programas de desenho - os mais simples - para transformar a imagem: aproximando-a mais do desenho dos vãos que se vêem no Claustro do Mosteiro dos Jerónimos em Belém. 

Obtendo o arco abatido que se pode ver no local.  

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26.4.12
Por nós os enigmas são um desafio; mas nunca poderíamos esperar descobrir a solução de uma questão tão rica e tão interessante como esta.
Agora o que podemos fazer é transmitir os raciocínios que elaborámos. Mas, para os podermos ensinar há uma exigência. Não é nossa, vem do próprio tema, e da forma como Teologia e Iconografia se relacionaram: e isso aconteceu através da Geometria.

 

Enfim, talvez seja preciso dominá-la - não sabemos, pois não sabemos o que é não conhecer a geometria (?), para conseguir elaborar raciocínios contínuos. Isto é, para que se compreenda, e explique, com um mínimo de lacunas: simultaneamente, de modo interdisciplinar, por ser relativo às áreas do Conhecimento acima referidas.    

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25.4.12

...temos muitas e bonitas!

Já que esse ideograma aparece associado a bandas horizontais, que, em geral conferem uma sensação de estabilidade, e alongam, no sentido da horizontalidade, as edificações.  

São ideias nossas, resultantes do que investigámos. Entretanto também se vai tornando nossa, cada vez mais, a ideia de James S. Curl sobre a Mandorla. Particularmente a associação (visual) que estabeleceu entre a mandorla e o losango.

  

Foi logo em 2002 que a detectámos, numa figura semelhante à de hoje, que nunca mais largámos. Permite concluir, não só que a mandorla e o losango eram sinónimos, mas, sobretudo que eram substituíveis (um pelo outro).   

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24.4.12

Como se vê, o losango permaneceu. O que nos dá informações sobre a religiosidade e as ideias que continuavam a ser plasmadas nas edificações.  

*Excerto de imagem (criada por autor próximo de Piero de la Francesca)
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23.4.12

Que foram, sem dúvida, um dos ideogramas mais significantes do Cristianismo.

 

Neste caso num esboço, talvez tirado de um caso real - fotografia - ou de um desenho?

Notas e apontamentos que se mantêm válidos, mas cuja proveniência, entretanto esquecemos, dado o número, imenso, de casos que temos recolhido*

~~~~~~~~~~~~~~~~~~

*Sobre os Losangos vejam outras referências em:

http://primaluce.blogs.sapo.pt/77991.html

http://primaluce.blogs.sapo.pt/19216.html

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22.4.12

Continuamos em Losangos. Na foto feita em Vila do Conde, as formas que eram sinónimas da mandorla e significavam a Luz (considerada divina). Estando por isso em monumentos medievais e renascentistas. 

 

Depois, também o que é uma constante (triste): a imagem do descuido com os monumentos nacionais.  

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21.4.12

Fizeram parte das panóplias de estilos disponíveis no século XIX e início do século XX. Nalguns casos sucedem aos revivalismos neomedievais, mas como aqui se vê já não são formas religiosas, ou muito menos, motivações desse tipo. Longe também das razões inglesas, que, cerca de 1870-80, na obra das "Law Courts", geraram polémica.

 

 

O projecto que há cerca de 8-10 anos transformou o espaço da Estação de Comboios do Cais do Sodré, libertou este hall, deixando-o amplo e dominado por uma extraordinária parede de vidro (a original).     

No jornal Público de hoje diz-se que Cláudio Torres desenterrou o passado e o futuro. Nos nossos estudos não precisámos de desenterrar. Já outros tinham tido esse trabalho! A nós basta-nos interpretar esse passado tornado visível. Assim, trabalho para o futuro - nosso e de muitos outros - é o que não falta!

   http://primaluce.blogs.sapo.pt/95536.html

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Primaluce: Uma Nova História da Arquitectura
Abril 2012
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